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1 de outubro de 2018

Massacre de Realengo: análise de textos. Artigo publicado.

Publicado meu artigo sobre os textos encontrados pela Polícia durante as Investigações do "Massacre de Realengo". 


O título é :  "Universo discursivo dos textos do 'Massacre de Realengo': por uma ampliação da noção de perfil sociolinguístico em contextos forenses".


Clique aqui para ler: http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/150528/147369



1 de agosto de 2017

Reportagem com Rui Sousa-Silva (Linguista Forense, Universidade do Porto)

Neste link  você vai encontrar a reportagem que saiu no jornal Público,  de Portugal, sobre linguística forense e perícias linguísticas. O entrevistado é o Prof. Dr. Rui Sousa-Silva, da Universidade do Porto.
Boa leitura! ;)


31 de julho de 2017

Manhunt: Unabomber - minissérie em 8 episódios.

Atualização (em 09/01/2018): a série está disponível no Netflix.


Amanhã (01/08/17) estreia a minisserie: Manhunt: Unamomber, no Discovery Chanel (USA).

A série é baseada na participação do ex agente do FBI Jim Fitzgerald no caso do Unabomber (para mais informações, clique aqui) em cuja resolução teve grande papel a análise linguística.

Mais sobre a série pode ser vista no site do IMDB: http://www.imdb.com/title/tt5618256/news.



Prepare a pipoca!








27 de julho de 2017

Importância da pesquisa acadêmico-científica para as perícias linguísticas

Estes são os slides da minha apresentação sobre a Importância da pesquisa acadêmico-científica para as perícias linguísticas, no Congresso da AILA (2017), no Rio.

Nesta apresentação, discuti o papel da pesquisa na linguística forense, mais especificamente para a atribuição de autoria, motivada por vários comentários que já ouvi/li sobre a área, geralmente dizendo que nestes casos teoria/pesquisa e prática forense não se conectam, o que é uma bobagem, sem tamanho.

Por se tratar de slides, pode soar um pouco lacônico, mas em caso de dúvidas, entre em contato: daycelestino@gmail.com

Clique aqui para acessar.

26 de maio de 2017

17 de fevereiro de 2016

Novidade: Livro Linguística Aplicada em Contextos Legais

Saiu o livro Linguística Aplicada em Contextos Legais, pela Editorial Paco.
(Sonia Bittencourt Silveira; Carolina Scali Abritta; Amitza Torres Vieira (Orgs.)). 

Segue link para informações:

http://editorialpaco.com.br/livro/linguistica-aplicada-em-contextos-legais/.


Este é o sumário do livro:

Linguagem e Direito: diálogos e aproximações...............................9
Sonia Bittencourt Silveira Carolina Scali Abritta Amitza Torres Vieira
Parte I
Práticas discursivas: a interpretação, a

argumentação e a atribuição de face.........................21
Capítulo 1
Direito e linguagem: aspectos filosóficos.............................22
Fábio P. Shecaira Noel Struchiner
Capítulo 2
Argumentação: panorama teórico e questões para
análises empíricas......................................................................43

Amitza Torres Vieira Rogéria Tarocco dos Santos
Capítulo 3
Trabalhos de face e os limites da impolidez no
discurso jurídico.........................................................................73

Sonia Bittencourt Silveira Carolina Scali Abritta
Parte II
Práticas analíticas da Fala-em-Interação...............97

Capítulo 4
Gerenciando emoções em situação de conflito:
uma análise da interação em audiências de conciliação............................................................................98

Wânia Terezinha Ladeira
Capítulo 5
Prestações de contas e episódios de conflito: o caso
da mediação familiar judicial...............................................121

Paulo Cortes Gago Roberto Perobelli de Oliveira
Capítulo 6
Avaliações morais: uma análise discursivo-interacional em audiências do Juizado Especial Criminal e da
Vara Criminal.............................................................................141

Amitza Torres Vieira
Capítulo 7
Accounting practices na negociação de
normas jurídicas........................................................................................161

João Pedro Pádua
Maria do Carmo Leite de Oliveira

Capítulo 8
Os direitos do cidadão em foco: posicionamentos legais
e discursivos no Procon...........................................................................183

Líllian Márcia Ferreira Divan Sonia Bittencourt Silveira
Capítulo 9
Narrativas de mitigação da culpa em um interrogatório policial da Delegacia da Mulher: “as ameaças não
existiu (...) sempre existiu sim, a mãe sempre me
acusando de coisas que eu nunca fiz”.................................205

Débora Marques Liliana Cabral Bastos

Parte III
Práticas Discursivo-analíticas.................................233

Capítulo 10
O método da Análise da Conversa no Direito: o
viés empírico na mediação familiar judicial via
prática de (re)formulação.......................................................234

Paulo Cortes Gago Priscila Fernandes Sant’Anna
Capítulo 11
Depreensão de perfis sociolinguísticos no contexto forense: a variável sexo/gênero.............................................255
Dayane Celestino de Almeida
Capítulo 12
Plágio no meio acadêmico......................................................275
Bruna Batista Abreu Malcolm Coulthard
Capítulo 13
Relações de poder no discurso jurídico penal: uma
análise dos mecanismos de retextualização......................395

Maria Beatriz Nascimento Decat Águeda Bueno do Nascimento
Capítulo 14
Análise crítica do discurso jurídico: o caso do
regime de bens do casamento................................................317

Virgínia Colares
Capítulo 15
A (inter)subjetividade em discurso institucional: o
caso das construções completivas impessoais..................339

Nilza Barrozo Dias 

BOA LEITURA!

30 de março de 2015

Carta de suicídio - Casos Odilaine/Bernardo

O caso do assassinato do menino Bernardo Boldrini, morto em 2014, voltou a ganhar espaço na mídia brasileira. 

O programa Fantástico da rede globo exibiu ontem reportagem em que um perito particular fez uma análise grafotécnica e afirmou que a carta de suicídio escrita em 2010 pela mãe do menino, Odilaine, foi forjada. O laudo conclui que o texto não poderia ter partido de seu punho. O perito Ricardo Caires levou em conta outros textos de próprio punho na análise e também a assinatura de Odilaine presentes na carta e em outros documentos. 

Veja aqui a reportagem do Fantástico.

Este caso é exemplar no que se refere ao não uso dos métodos e técnicas da Linguística Forense no Brasil. Em minha tese de Doutorado, eu cito diversos exemplos de casos em que uma análise Linguística (não grafotécnica ou grafológica) dos escritos envolvidos poderia ajudar a elucidá-los. Apesar de bastante conhecida no Brasil e no mundo, a análise da escrita de próprio punho traz poucos  elementos que possam garantir que seu autor tenha sido uma ou outra pessoa. O levantamento de características linguístico-discursivas presentes nos textos de Odilaine em comparação com a carta de suicídio de autoria questionada poderia aumentar o grau de certeza com relação à conclusão do perito. Quanto mais características puderem ser examinas, maior a acuracidade da análise, já que quanto mais elementos forem agregados mais se vão diminuindo as possibilidades, estatisticamente falando, de dois autores compartilharem características.

Outra questão está na maneira categórica como o perito expressa a sua opinião. Ele diz que Odilaine não poderia ter escrito a carta, mas uma posição menos apressada simplesmente apontaria as semelhanças e diferenças entre os textos. É claro, porém, que não podemos julgar o trabalho da perícia sem saber os detalhes de seus métodos, que obviamente não foram mostrados durante a breve reportagem. 

De qualquer forma, fica aqui o exemplo de um caso em que um linguista forense poderia atuar. Sem falar nas milhares de cartas que devem ser escritas por aí em meios digitais e que têm sua autoria questionada, casos em que a análise da letra em nada ajudaria (porque não há "letra" rs). Trabalho há. Só estamos a um longo passo de nos fazer conhecer em terras tupiniquins. 





21 de fevereiro de 2015

"Falta" de linguista forense pode atrasar um julgamento nos EUA

A reportagem que você encontra aqui  (em inglês) fala sobre o atraso que poderia ocorrer no caso que ficou conhecido como "Os assassinos do Facebook" (The Facebook Murders) porque os advogados de defesa não estavam conseguindo um linguista forense para atuar no caso (!).


18 de fevereiro de 2015

31 de julho de 2014

Linguística Forense na Ficção - "Criminal Minds"

Este é um post para descontrair um pouco...

Em um episódio da série americana "Criminal Minds", há um trecho em que se faz um pouco de "Linguística Forense". Inclusive, um dos casos que serve de base para o seriado é o caso da "devil strip" (em que o linguista Roger Shuy trabalhou). 

Confira o trecho do episódio aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hE0-UyXSdXc



9 de fevereiro de 2014

6 de fevereiro de 2014

A Linguística Forense e o Twitter - reportagem

Segue link para reportagem do Yahoo News sobre o uso da Linguística para combater crimes no Twitter. Com o título "The Twitter detectives" who track down trolls and killers online", a matéria fala sobre o trabalho realizado pelo Centro de Linguística Forense da Universidade de Aston. 

Trecho da matéria: "In 2010 Jamie Starbuck murdered his wife Debbie eight days after they married, and embarked on a round-the-world trip paid for by her savings. For two years he masqueraded as his dead wife, sending texts and emails to friends and family. When they became suspicious, police turned to a very specialised team of detectives - who find clues to identify criminals in online chat, emails and 140-letter Twitter messages. Sherlock Holmes could tell from the briefest glance at a handwritten letter whether the author was a criminal or an aristocrat - but the Centre for Forensic Linguistics at Aston University in Birmingham can identify people without paper or ink. People’s use of capitals, their choice of words and sentence structure can be as distinctive as any fingerprint - and the technology could be used to track anyone from killers to Twitter trolls who abuse people anonymously".


Clique aqui para let na íntegra!





31 de janeiro de 2014

PAN 2014

Em Setembro de 2014 ocorrerá o PAN, que é um workshop voltado para estudos de Atribuição de Autoria, Perfis de Autor e Plágio.

O evento será na University of Sheffield, no Reino Unido. 

Mais informações em: http://pan.webis.de/.







23 de outubro de 2013

14 de outubro de 2013

“Brooklyn Law School Authorship Attribution Workshop” – trabalhos publicados


Em outubro do ano passado, ocorreu um Workshop de Atribuição de Autoria no contexto forense, em Nova York (Brooklyn Law School Authorship Attribution Workshop).

Os trabalhos apresentados na ocasião foram publicados e seu download pode ser feito pelo link:

17 de julho de 2013

E a autora é... J.K.Rowling

Saiu uma reportagem na revista TIME sobre a conclusão de que o autor do romance “The Cuckoo's Calling”, Robert Galbraith, é, na verdade, J.K. Rowling, a autora da saga “Harry Potter”. 


Figura na matéria o especialista em Atribuição de Autoria Patrick Juola1, que foi chamado pelo jornal britânico Sunday Times para realizar um estudo comparativo para determinar se Rowling era ou não a autora de “...Calling”, depois do jornal ter recebido uma “dica” anônima.







1Juola esteve presente no recém ocorrida 11a. Conferência Internacional da IAFL, no México, ocasião em que apresentou o trabalho “A Critical Analysis of the Ceglia/Zuckerberg Email Authorship Study” (para saber mais sobre esse caso, clique aqui).